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Release/Bio

Do folk ao blues, da música brasileira ao rock, passando pelo indie, pelo experimentalismo e pelo legado d’O Clube da Esquina, o EP "Minha Lucidez É Minha Ruína (2021)" consolidou uma trajetória iniciada há quase uma década. Se antes Luma se dedicava a interpretar outros compositores e a acompanhar artistas no palco, naquele momento ela assumiu definitivamente o protagonismo de sua própria obra com um trabalho plural e confessional.

Luma Schiavon começou cedo na música. Aos 16 anos já se apresentava, acompanhando bandas, artistas ou em formato solo. Abriu apresentações de Phil Veras e Castello Branco e desenvolveu o show Luma Canta Divas.

Essa estrada culminou na gravação de seu primeiro EP autoral, produzido por Celso Moreira. O single “Janeiro (Headband)” marcou sua estreia na TV, durante a live #ArteSalva da Rede Minas — ocasião em que dividiu o palco com Zé Geraldo, figura que mais tarde voltaria a cruzar seu caminho de forma marcante.

Entre 2020 e 2022, Luma lançou uma sequência de singles acompanhados de videoclipes, como “Luzes e Cachaça”, canção que abre o EP de estreia. Realizado por meio de financiamento coletivo, o clipe foi roteirizado, protagonizado e dirigido por ela mesma, desenhando um percurso afetivo pelas ruas, mirantes e montanhas de Minas Gerais. Em 2022, veio “Calmaria”, mergulho no indie pop com elementos eletrônicos, fruto da colaboração com o produtor paulistano Matheus Saretti.

Em janeiro de 2023, lançou “De Balanço de Rede”, parceria com Juninho Serafranny inclusa no álbum Quatro Ventos de Gessé Malmann. O álbum possui outras participações de peso, como a de Paulo Garciia e de Francis Rosa.

Nos palcos, 2022 marcou o início da “Ruína Tour”, que passou por cidades e festivais de Minas Gerais e evoluiu para apresentações em capitais do Sudeste e espaços dedicados à nova música brasileira, como a Audio Rebel (RJ), Rosa Flamingo Discos (SP) e Casa Matriz (BH).

A nova fase da artista se intensifica com o lançamento do EP visual "Capítulo II" (2024), uma obra que navega pela memória afetiva mineira e resgata símbolos culturais de Ubá (MG), como o programa de rádio Show do Xaxá. Com duas faixas autorais, o projeto une rock rural, indie, MPB e folk em uma narrativa que atravessa tempo, território e ancestralidade, antecipando os caminhos de seu próximo álbum, "Roda da Fortuna".

Em 2025, Luma se reencontra com Zé Geraldo no single “Memórias do Baú”, composição sua produzida por Lucas Gonçalves (Maglore). A faixa aproxima gerações da música brasileira ao revisitar lembranças, afetos e histórias que atravessam o interior mineiro, reafirmando a força das raízes na construção de sua obra.

"Luma vem pavimentando caminho como intérprete há quase uma década e se apresenta como compositora nas cinco músicas do disco produzido por Celso Moreira. Duas, Janeiro (Headband) e Valsa do adeus, já tinham sido previamente apresentadas em singles."
"Influências, aliás, não faltam ao EP, que mesmo assim mantém sua personalidade ao promover o encontro entre a nova MPB, música mineira – em especial o Clube da Esquina -, indie, blues e rock."

Júlio Black, Tribuna de Minas

Blog do Mauro Ferreira, G1

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